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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

VIDA E ORAÇÃO A SÃO GENNARO

VIDA E ORAÇÃO A SÃO GENNARO

SÃO GENNARO

(19 de SETEMBRO)

ORAÇÃO A SÃO GENNARO

Oh! Gennaro atleta da fé de Jesus Cristo, patrono da católica Nápoles, volta o teu olhar benigno para nós, e digna-te a acolher os votos que com plena fé no teu poderoso patrocínio depositamos hoje aos teus pés.

Quantas vezes acorreste solícito em ajuda dos teus concidadãos, às vezes desviando o caminho da lava exterminadora do Vesúvio e, às vezes, prodigiosamente nos libertando da peste, dos terremotos, da fome e de tantos outros castigos divinos os quais lançavam o medo em nosso meio!

O perene milagre da liquefação do teu sangue é sinal seguro e mais que eloquente de que vives em meio a nós, conheces as nossas necessidades e nos protege de uma maneira assaz singular.

Ora! Ora por nós que a ti recorremos, seguros de sermos atendidos; e liberta-nos de tantos males, que de toda parte nos oprimem.

Salva a tua Nápoles da incredulidade invasora, e faz com que aquela fé, pela qual generosamente sacrificaste a tua vida, renda sempre em nosso meio, frutos de santas obras.

Que Assim Seja.

VIDA DE SÃO GENNARO

Foi bispo e mártir e em alguns locais é chamado de Gennaro, é muito popular devido a que o seu sangue se liquefaz sempre na data de sua festa, 19 de setembro.

Gennaro era bispo de Benevento, Itália e foi decapitado supostamente com Festus seu diácono, Desiderius, um conferencista e Sócius e Próculus, ambos diáconos e dois leigos Eutyches e Acutius.

Eles foram presos quando visitavam Sossus, um cristão e prisioneiro em Poszzuoli.

São Gennaro foi martirizado para renegar a sua fé e oferecer sacrifícios aos deuses romanos e como não cedesse, foi atirado as feras famintas, mas as feras deitaram a seus pés.

O procônsul encarregado do martírio furioso mandou que o decapitassem em 304DC.

Nenhuma explicação jamais foi dada para o fato do seu sangue guardado em Nápoles se liquefaça todos os anos no dia de sua festa um evento que acontece já por varias centenas de anos e celebrado pelos seus devotos.

Ele é venerado em Nápoles, cidade de seu nascimento.

É padroeiro de Nápoles, dos bancos de sangue e protetor dos doadores de sangue e invocado  durante as erupções vulcânicas.

Sua festa á celebrada no dia 19 de setembro.

Fonte: Site Cadê Meu Santo.

são januário-san gennro


São Januário (San Gennaro)

Dia 19 de setembro
História: San Gennaro (São Januário) era bispo de Benevento, cidade da região de Campânia, quando se iniciou a última perseguição que sofreu a Igreja antes da paz de Constantino: a do imperador romano, Diocleciano.
Quando se dirigia à prisão para visitar os cristãos detidos, foi reconhecido e preso pelos soldados do governador de Campânia.
São Januário, bispo de Benevento como relata os historiadores fora condenado às feras no anfiteatro de Pozzuoli juntamente com os companheiros de fé.
Por causa do atraso de um juiz, não foi lançado às feras e sim decapitado. Os cristãos recolheram um pouco de seu sangue em uma ampola para ser colocada diante de seu túmulo, como era costume fazer com os cristãos martirizados da época.
Um século mais tarde, no ano 432, pela ocasião do translado das relíquias do santo, de Pozzuoli para Nápoles, uma senhora entregou ao bispo João não uma, mas duas ampolas contendo o sangue coagulado de San Gennaro.
Como garantia da afirmação da mulher o sangue se liquefez diante dos olhos do bispo e de grande multidão de fiéis, readquirindo a aparência de um sangue novo. Portanto, a devoção a São Januário é conhecida no mundo inteiro pela liquefação de seu sangue, três vezes por ano: no sábado que precede o 1º domingo de maio, no dia 19 de setembro que é a festa do santo e em 16 de dezembro, aniversário da erupção do Vesúvio em 1631.
O prodígio é atestado desde 1389 e consiste em que o sangue de São Januário passa do estado sólido para o líquido, perdendo no peso e aumentando no volume. Desde 1608 encontram-se na Capela do Tesouro, em cumprimento da promessa feita pelos napolitanos em 1527, por ocasião de uma peste, que assolou a região mas Nápoles foi preservada por intercessão doe são Januário.
Também em duas outras ocasiões San Gennaro protegeu a cidade na erupção do Vesúvio em 1631 e da cólera da região em 1884. Existem cerca de 5 mil processos, que confirmam o fenômeno, inclusive a declaração de Montesquieu, que assistiu duas destas liquefações em 1728.
Em 1902, o conteúdo das ampolas foi submetido a exame electroscópio diante de testemunhas e do cientista Sperindeo o qual declarou que não havia dúvida de que se tratava de sangue humano, que uma vez coalhado, nunca poderia perde o estado sólido.
São 600 anos de fé que acompanham o mistério dos milagres do sangue do padroeiro de Nápoles. Seus restos mortais estiveram primeiramente nas Catacumbas de São Januário, onde há documentos arqueológicos de devoção antiqüíssima e singular, entre eles, a pintura de São Januário que data do século quinto.
No século nono, as relíquias foram levadas para Benevento, cidade onde tinha sido bispo, e só em 1497 as relíquias foram para a Catedral de Nápoles on de se encontra até hoje.
Oração de São Januário: Deus, nosso Pai, São Januário derramou o seu sangue pelo nome de Jesus. Animados pelo seu testemunho, vivamos hoje atentos aos sinais de vossas maravilhas no mundo e em nossos corações. Cheios de alegria, rendamos graças a vós, Deus santo, vivo e verdadeiro. É por vosso amor que existimos, nos movemos e somos. Sois na verdade um Pai zeloso, e o vosso desejo é que sejamos felizes, vivamos em paz e concórdia, repudiemos o ódio, a vingança, a guerra.
Devoção: À caridade
Padroeiro: De Nápoles
Outros santos do dia: Nilo, Peleu, Elias e Teodoro (bispo); Festo, Sósio, Próculo (diárs); Desidério, Félix e Constácia, Eustóquio, Acúcio, Trófimo, Sabásio, Dorimedonte, Susana, Pomposa (márts); Mª de Cervellón, Emília, Mª Guilermina de Rodat.

domingo, 22 de setembro de 2019

vida de san genaro




San Gennaro, o Santo da Liquefação.

SAN GENNARO ou SÃO JANUÁRIO, como também é conhecido no Brasil, era um jovem diácono da cidade Miseno, Sosio, na região de Campânia no sul da Itália. Ainda jovem, graças as suas atitudes de fé e caridade, foi conduzido ao cargo de Bispo da cidade de Benevento, próximo a Nápoles.
Andrea Vaccaro, Gloria di S. Gennaro, XVII sec., Museo del Prado, Madrid.
Naquela época, o império Romano era governado por Diocleciano, o qual ordenou uma feroz e sangrenta perseguição aos cristãos. Em 305 da era cristã, San Gennaro foi vítima desta perseguição, sendo condenado à morte junto a vários outros cristãos.
Primeiro, jogaram San Gennaro e os demais cristãos na arena para serem devorados por leões, todavia, ao se aproximarem do grupo, os animais ficaram dóceis e passaram a lamber os pés do Santo. Inconformado com a situação que se formou, o carrasco manteve os animais sem alimentação por dias. Todavia, o plano não deu certo e novamente ocorreu o mesmo gesto da primeira vez. Visto que seria impossível alcançar o objetivo esperado, decapitaram o Santo junto a uma pedra perto de Nápoles. Parte de seu sangue foi recolhido e guardado numa ampola de vidro.
Como era costume nos martírios da época, os cristãos recolheram um pouco do sangue de San Gennaro numa ampola de vidro para ser colocada diante de seu túmulo, sendo, após isso, sepultado numa estrada entre Pozzuoli e Nápoles.
Jose de Ribera, S. Gennaro in glória, Convento degli Agostiniani riformati, Monterrey.
Jose de Ribera, Convento degli Agostiniani riformati, Monterrey.

Em 413 seu corpo foi transferido para as catacumbas napolitanas na Colina Capodimonte. Mais tarde, foi novamente removido para Benevento (Abadia de Montevergine) e por fim, no ano de 1492, seus restos mortais foram transferidos para Nápoles, por ordem do Arcebispo Alessandro Carafa.
Já no ano de 472 da Era Cristã, os cristãos buscavam a ajuda de San Gennaro. Naquela feita, o estrago da erupção do Vesúvio prometia ser catastrófico. Aturdidos com a perspectiva, os napolitanos correram para o túmulo San Gennaro e, de mãos juntos, rogara, proteção ao mártir cristão. Milagrosamente, as lavas estacionaram às portas de Nápoles, poupando-lhe o mesmo destino trágico de Pompéia.
Desde 1608, os restos mortais encontram-se na Capela do Tesouro, em cumprimento da promessa feita pelos napolitanos em 1527, por ocasião de uma peste que assolou a região, mas Nápoles foi preservada pelo Santo. Também duas outras ocasiões San Gennato protegeu a cidade: na cólera que assolou a região em 1884 e na erupção do Vesúvio em 1861.
A devoção a San Gennaro é conhecida no mundo inteiro pela liquefação do sangue do bispo mártir, que ocorre três vezes por ano: no sábado que procede o 1° domingo de maio; no dia 19 de setembro que é a festa do Santo e em 16 de dezembro, aniversário da erupção do Vesúvio em 1621.
A ocorrência, que vem sendo verificada desde 1389, consiste na passagem do sangue de San Gennaro do estado sólido para o estado líquido, perdendo no peso e aumentando o volume.
São mais de 600 anos de fé que acompanham o mistério dos milagres do sangue do padroeiro de Nápoles e da Mooca.

Busto-relicário de prata de San Gennaro sobre o altar da Catedral de Nápoles que, segundo a tradição, contém a cabeça (o crânio) do mártir.
Do grande passado de San Gennaro ficaram grandes lições, fé e caridade.