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sábado, 19 de novembro de 2016
dialogo interreligioso ecumenico: Los yazidíes, víctimas del genocidio jihadista
dialogo interreligioso ecumenico: Los yazidíes, víctimas del genocidio jihadista: Los yazidíes, víctimas del genocidio jihadista 1 agosto, 2016 0 2298 Compartir en Facebook Compartir en Twitter Fo...
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
NO IRAQUE CRIANÇAS CRISTÃ SÃO DECAPITADAS POR MUÇULMANOS
No Iraque, crianças se recusam a negar Jesus e são decapitadas por extremistas do Estado Islâmico
Tags: estado islâmico, extremistas muçulmanos, fé, Igreja Anglicana, Iraque, Jesus Cristo, Perseguição Religiosa, reverendo Andrew White
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De acordo com relatos do reverendo anglicano Andrew White, que atua em Bagdá, capital do Iraque, os militantes do Estado Islâmico ordenaram que as crianças (a mais velha com 15 anos de idade) afirmassem que se tornariam muçulmanas ou seriam mortas.
“Não. Nós amamos Yasua (Jesus). Temos sempre seguido Yasua”, responderam os quatro. A grafia Yasua é próxima à pronúncia em hebraico, Yeshua, que é traduzido como ‘Jesus’ no inglês e idiomas originários do latim, como o espanhol e o português.
White é conhecido como o “Vigário de Bagdá”, e narrou a comovente história das crianças cristãs à rede de TV CBN.
“Os quatro filhos [de cristãos capturados], todos menores de 15 anos, disseram: ‘Não, nós amamos Yasua. Temos sempre amado Yasua. Temos sempre seguido Yasua. Yasua sempre esteve com a gente’. [Os militantes] repetiram ‘Digam as palavras!’ [As crianças] disseram: ‘Não, nós não podemos fazer isso”, contou o reverendo.
Na sequência, os extremistas decapitaram os quatro. Segundo o Charisma News, White não especificou se ele testemunhou o martírio ou se a história chegou aos seus ouvidos por meio de outras testemunhas.
O reverendo também evitou especificar a região do Iraque onde isso teria acontecido, mas especula-se que o triste fato tenha acontecido na região de Mosul, onde havia a maior concentração de cristãos no país.
“Como você responde a isso?”, perguntou o reverendo retoricamente. “Você acaba chorando. Eles são meus filhos. Isso é o que temos atravessado. Isso é o que estamos passando”, lamentou o reverendo.
Ao final, ele contou a história de um homem que teria cedido à pressão dos extremistas: “[Militantes] disseram a um homem, um adulto: ‘Diga as palavras de conversão [ao islamismo] ou vamos matar todos os seus filhos’. Ele estava desesperado. Ele disse as palavras. Então, ele me telefonou e disse: ‘[Pastor], eu disse as palavras, isso significa que Yasua não me ama mais? Eu sempre amei Yasua. Eu disse essas palavras, porque eu não podia ver meus filhos serem mortos’. Eu disse: ‘Jesus ainda o ama. Ele sempre vai te amar’”, concluiu o Vigário de Bagdá.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
O ESTADO ISLÁMICO MATA HOMOSEXUAIS
O Estado Islâmico lapida dois "gay" na Síria
O Estado Islâmico (EI) apedrejado dois jovens "para cometer atos que
violam decência com homens" na província síria de Deir al-Zur, o
Observatório Sírio de Direitos Humanos informou.
A ONG, citando ativistas na área, disse um dos jovens, 20 anos de idade, foi apedrejado até a morte depois de ter sido capturado por membros do grupo extremista que encontrou em suas fotografias de telefonia móvel que supostamente os jovens que cometem práticas "indecente" com outros homens.
A vítima foi executada em uma rotatória na aldeia de Al Mayādīn frente de dezenas de pessoas, incluindo crianças.
Por outro lado, um outro jovem foi apedrejado no bairro
Hamidiya, na cidade de Deir al-Zur, capital provincial, por ter feito
"contrários aos bons costumes" age com outros homens, de acordo com os
islamistas. O Estado Islâmico assumiu com os cadáveres dos executados, sem permitir que o enterro ou a entrega a suas famílias.
O grupo jihadista autodenominado Estado Islâmico declarou um califado no final de junho no Iraque e na Síria, que tomaram partes do território do norte e central de ambos os países.
No dia 13, o Estado Islâmico emitiu uma gravação atribuída a seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, que anunciou a expansão do califado para o Golfo Pérsico e Norte da África, onde outras organizações extremistas juraram lealdade. EFE
A ONG, citando ativistas na área, disse um dos jovens, 20 anos de idade, foi apedrejado até a morte depois de ter sido capturado por membros do grupo extremista que encontrou em suas fotografias de telefonia móvel que supostamente os jovens que cometem práticas "indecente" com outros homens.
A vítima foi executada em uma rotatória na aldeia de Al Mayādīn frente de dezenas de pessoas, incluindo crianças.
Por outro lado, um outro jovem foi apedrejado no bairro
O grupo jihadista autodenominado Estado Islâmico declarou um califado no final de junho no Iraque e na Síria, que tomaram partes do território do norte e central de ambos os países.
No dia 13, o Estado Islâmico emitiu uma gravação atribuída a seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, que anunciou a expansão do califado para o Golfo Pérsico e Norte da África, onde outras organizações extremistas juraram lealdade. EFE
SACERDOTE ÁRABE DENUNCIA PERSECUCIÓN A CRISTIANOS
Sacerdote árabe denuncia la persecución de cristianos
El
sacerdote árabe Khalil Jarr denunció que alrededor de 15 mil cristianos
han tenido que abandonar la ciudad iraquí de Mosul, ubicada en el norte
de ese país, ante las amenazas de los jihadistas del Estado Islámico
(EI), que domina la localidad desde el pasado 10 de junio.
Jarr, que se encuentra en Bogotá para acompañar los actos de instauración de "Ayuda a la Iglesia que sufre", un organismo vinculado al Vaticano, explicó que este éxodo se produjo ante la amenaza de "la espada".
"Un viernes (día del rezo Yumu'ah para los musulmanes), el imán dijo por los altavoces públicamente que daban a los cristianos 24 horas y tres opciones: convertirse al Islám, pagar el dimma (impuesto para los "pueblo del Libro", cristianos y judíos") o dejar el país", comentó.
Ante esa posibilidad y la elevada cantidad del tributo que reclamaban los líderes del Estado Islámico, todos los cristianos que habitaban la ciudad, la tercera más grande del país, tomaron la determinación de "dejar todo y salir" puesto que no les autorizaron a llevar consigo pertenencias.
Todo ello lleva a Jarr a afirmar que los cristianos "están viviendo una persecución oficial y declarada" solamente por razón de su fe.
Asimismo confirmó que en el territorio bajo dominio del autodenominado Estado Islámico se están produciendo crucifixiones, esclavizaciones o masacres a comunidades como la yazidí, minoría preislámica que profesa una de las microrreligiones más antiguas y contumaces del mundo.
Gracias al apoyo del rey de Jordania, Abdallah II que ha abierto sus fronteras a los refugiados, el sacerdote ha conseguido dar cobijo a muchos de los cristianos que han abandonado Mosul y que actualmente se refugian bajo el techo de su iglesia en Ammán, donde "pasan el tiempo perdidos, llorando".
Entre las personas que se refugian en territorio jordano, Jarr ha escuchado historias del horror durante la huida de Mosul y el trayecto
Jarr, que se encuentra en Bogotá para acompañar los actos de instauración de "Ayuda a la Iglesia que sufre", un organismo vinculado al Vaticano, explicó que este éxodo se produjo ante la amenaza de "la espada".
"Un viernes (día del rezo Yumu'ah para los musulmanes), el imán dijo por los altavoces públicamente que daban a los cristianos 24 horas y tres opciones: convertirse al Islám, pagar el dimma (impuesto para los "pueblo del Libro", cristianos y judíos") o dejar el país", comentó.
Ante esa posibilidad y la elevada cantidad del tributo que reclamaban los líderes del Estado Islámico, todos los cristianos que habitaban la ciudad, la tercera más grande del país, tomaron la determinación de "dejar todo y salir" puesto que no les autorizaron a llevar consigo pertenencias.
Todo ello lleva a Jarr a afirmar que los cristianos "están viviendo una persecución oficial y declarada" solamente por razón de su fe.
Asimismo confirmó que en el territorio bajo dominio del autodenominado Estado Islámico se están produciendo crucifixiones, esclavizaciones o masacres a comunidades como la yazidí, minoría preislámica que profesa una de las microrreligiones más antiguas y contumaces del mundo.
Gracias al apoyo del rey de Jordania, Abdallah II que ha abierto sus fronteras a los refugiados, el sacerdote ha conseguido dar cobijo a muchos de los cristianos que han abandonado Mosul y que actualmente se refugian bajo el techo de su iglesia en Ammán, donde "pasan el tiempo perdidos, llorando".
Entre las personas que se refugian en territorio jordano, Jarr ha escuchado historias del horror durante la huida de Mosul y el trayecto
por el desierto hasta llegar a Ammán.
Entre esas crónicas las que más le impactaron fueron las de dos
niños. Uno de ellos tuvo que dejar el biberón de leche que llevaba entre
sus manos porque los cristianos fueron obligados a abandonar los
dominios del Estado Islámico "sin llevar nada".
En otra ocasión, según explicó, vio a una niña con graves heridas infectadas en sus orejas, al preguntar a la madre la razón de esa enfermedad, esta le explicó que "se olvidó de quitarle los pendientes" y un jihadista al verlo tiró de ellos y le desgarró los lóbulos.
La caminata por el polvo del desierto en condiciones de muy poca higiene y sin asistencia médica hizo que las orejas de la niña se infectaran gravemente.
Preguntado por cómo puede explicarse una situación así en pleno siglo XXI, Jarr, nacido en Belén pero con nacionalidad jordana, transmitió esa inquisición "a los defensores de los Derechos Humanos y a los que dicen que son civilizados".
"¿Por qué están callados ante esta persecución injusta, dónde están?", interpeló el clérigo.
En este sentido también subrayó que él tiene amigos musulmanes que permanecen callados porque "o están de acuerdo o tienen miedo". Sea como fuere para el sacerdote, que también fue refugiado, "es una pena".
En su opinión es necesario que se tomen medidas contra el Estado Islámico, tal y como hicieron "hace más de diez años en el caso de Bosnia-Herzegovina", cuando la OTAN "intervino con fuerza para acabar con la matanza".
Además y según subrayó, los recientes ataques de la coalición que lidera Estados Unidos "no hicieron nada".
En referencia a los ataques anteriores de Occidente contra Afganistán e Irak, denominados como nuevas Cruzadas por parte de los árabes, lo que radicalizó algunas posiciones, Jarr dijo que no cree que una posible ofensiva cree nuevos jihadistas.
"Siempre hablan de las Cruzadas. No queremos una Cruzada,
En otra ocasión, según explicó, vio a una niña con graves heridas infectadas en sus orejas, al preguntar a la madre la razón de esa enfermedad, esta le explicó que "se olvidó de quitarle los pendientes" y un jihadista al verlo tiró de ellos y le desgarró los lóbulos.
La caminata por el polvo del desierto en condiciones de muy poca higiene y sin asistencia médica hizo que las orejas de la niña se infectaran gravemente.
Preguntado por cómo puede explicarse una situación así en pleno siglo XXI, Jarr, nacido en Belén pero con nacionalidad jordana, transmitió esa inquisición "a los defensores de los Derechos Humanos y a los que dicen que son civilizados".
"¿Por qué están callados ante esta persecución injusta, dónde están?", interpeló el clérigo.
En este sentido también subrayó que él tiene amigos musulmanes que permanecen callados porque "o están de acuerdo o tienen miedo". Sea como fuere para el sacerdote, que también fue refugiado, "es una pena".
En su opinión es necesario que se tomen medidas contra el Estado Islámico, tal y como hicieron "hace más de diez años en el caso de Bosnia-Herzegovina", cuando la OTAN "intervino con fuerza para acabar con la matanza".
Además y según subrayó, los recientes ataques de la coalición que lidera Estados Unidos "no hicieron nada".
En referencia a los ataques anteriores de Occidente contra Afganistán e Irak, denominados como nuevas Cruzadas por parte de los árabes, lo que radicalizó algunas posiciones, Jarr dijo que no cree que una posible ofensiva cree nuevos jihadistas.
"Siempre hablan de las Cruzadas. No queremos una Cruzada,
sábado, 29 de novembro de 2014
el estado islámico mata homosexuales
El Estado Islámico lapida a dos "homosexuales" en Siria
El
Estado Islámico (EI) lapidó a dos jóvenes "por cometer actos que
contravienen la decencia con otros hombres" en la provincia nororiental
siria de Deir al Zur, informó el Observatorio Sirio de Derechos Humanos.
La ONG, que citó a activistas en la zona, señaló que uno de los jóvenes, de veinte años de edad, fue lapidado tras haber sido capturado por miembros del grupo extremista que encontraron en su teléfono móvil fotografías en las que supuestamente el joven cometía prácticas "indecentes" con otros varones.
La víctima fue ejecutada en una rotonda en la localidad de Al Mayadín delante de decenas de personas, entre ellas menores.
Por otro lado, otro joven fue lapidado en el barrio de
La ONG, que citó a activistas en la zona, señaló que uno de los jóvenes, de veinte años de edad, fue lapidado tras haber sido capturado por miembros del grupo extremista que encontraron en su teléfono móvil fotografías en las que supuestamente el joven cometía prácticas "indecentes" con otros varones.
La víctima fue ejecutada en una rotonda en la localidad de Al Mayadín delante de decenas de personas, entre ellas menores.
Por otro lado, otro joven fue lapidado en el barrio de
Hamidiya, en la ciudad de Deir al Zur, capital
provincial, por haber llevado a cabo actos "contrarios a la decencia"
con otros hombres, según los islamistas.
El Estado Islámico se llevó consigo los cadáveres de los ejecutados, sin permitir su enterramiento o la entrega a sus familias.
Los jihadistas del grupo autodenominado Estado Islámico declararon un califato a finales de junio en Irak y Siria, donde han tomado partes del norte y el centro del territorio de ambos países.
El pasado día 13, el Estado Islámico emitió una grabación atribuida a su líder, Abu Bakr al Bagdadi, en la que anunció la expansión del califato a los países del golfo Pérsico y el norte de África, donde otras organizaciones extremistas le han jurado lealtad. EFE
Los jihadistas del grupo autodenominado Estado Islámico declararon un califato a finales de junio en Irak y Siria, donde han tomado partes del norte y el centro del territorio de ambos países.
El pasado día 13, el Estado Islámico emitió una grabación atribuida a su líder, Abu Bakr al Bagdadi, en la que anunció la expansión del califato a los países del golfo Pérsico y el norte de África, donde otras organizaciones extremistas le han jurado lealtad. EFE
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